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sábado, 1 de junho de 2013

DR. SILVIO BEZERRA DE MELO, PRIMEIRO PREFEITO CONSTITUCIONAL DE CRUZETA


Nasceu em Currais Novos em 13 de novembro de 1908, filho de Tomaz Salustino Gomes de Melo e Tereza Bezerra Salustino. Estatura alta, pele clara, olhos brilhantes, temperamento forte, ora risonho, ora trancado, recolhido, amante da natureza perfeccionista, seguro nas afirmações, político conservador, gostava de seresta e era admirador das artes.
Espírito robusto e coração caridoso, bondoso e alegre, chegado a piadas e anedotas. Contemplativo e observador, inteligência brilhante e memória aguçada. Zeloso pelo civismo e pelos bons hábitos. Depressivo o que lhe causou a morte.

Morreu em Belo Horizonte no dia da árvore em 21 de setembro de 1977, onde está sepultado.
Fez seus primeiros estudos no grupo escolar “Capitão Mor Galvão” formou-se em engenheiro pela Escola de Agronomia de Belo Horizonte em 1929. Casou-se em 14 de novembro de 1932 em Belo Horizonte com Débora Moreira de Abreu e tiveram 5 filhos, Mariliene, Marílis, Márcia, Reno e Valter.

Foi o 1º Prefeito Constitucional de Currais Novos no período de 1º de janeiro de 1948 a 31 de dezembro de 1953, tendo sido candidato único, decisão da população curraisnovense.
Contribuiu na construção das capelas “Santa Maria Gorete” e “Jesus Menino” das Filhas do Amor Divino, oferecendo-lhes também orientação técnica e outros recursos. Ao assumir a Prefeitura de Currais Novos fez uma reestruturação geral nos vencimentos dos funcionários municipais onde concedeu abobo de natal, este foi um de seus primeiros atos.
Concluiu os serviços da Pça “Cristo Rei”.

Canalizou as águas das diversas ruas, dotando-as de eficiente serviço de esgoto e nivelamento, arborizando-as e iluminando-as. Iniciou e concluiu os serviços de calçamento da Av. “Cel. José Bezerra”, sendo, na época, a mais importante via da cidade, como também a rua “João Pessoa”, rua Dr. “José Borges” hoje “Lula Gomes”. Reorganizou por completo a Banda Musical.
Construiu toda a rede elétrica da cidade. Fez levantamento topográfico da cidade, com engenheiros e arquitetos mineiros.

Instalou luz elétrica para Lagoa Nova e construiu o mercado público.
Colaborador na construção do Aero Clube de Currais Novos e tornou-se sócio fundador do Clube de Caça e Pesca do Seridó. Construiu o Parque de Vaquejada.
Sua batalha foi incansável para que Currais Novos ganhasse um núcleo avançado da nossa universidade, instalando-se o curso de Engenharia de Minas, ainda no campo da educação quando prefeito, construiu diversas escolas rurais e patrocinou um desfile cívico com todos os alunos.

Orientou a construção do grupo escolar “Capitão Mor Galvão” e do “Instituto Vivaldo Pereira”.
Em 1969 fez doação de mastros e bandeiras a todas as escolas do município, quando se fazia a campanha – Uma bandeira na sala de aula.

Iniciou a construção das instalações do Ginásio Agrícola no Sítio Totoró de Baixo.

Foi chefe da estação experimental do Seridó em Cruzeta, quando instalou uma agência telefônica. Em seguida foi o 1º prefeito constitucional no período de 31 de janeiro de 1955 à 31 de janeiro de 1960, realizando as seguintes obras: Casa de Força e Luz, Matadouro Público, pavimentou as principais ruas da cidade, reformou e ampliou o Cemitério Público, fez a planta cadastral, traçou o plano de urbanização da cidade, demarcou o município, edificou a caixa d’água, instalou um chafariz na rua dos operários, reconstruiu todas as estradas que ligam aos municípios vizinhos, fundou o clube de mães, trazendo técnicas da LBA para orientação. Enfim tudo que se refere ao progresso de Cruzeta está estreitamente ligado à insigne figura de Dr. Sílvio Bezerra de Melo (frase citada no livro da Profª Terezinha de Jesus Medeiros de Góes, Noções de Geografia e História do Município de Cruzeta).

Diretor da Rádio Brejuí, hoje, com nova razão social, Rádio Currais Novos.
Vice-presidente da Mineração Tomaz Salustino S/A, trabalhando em vários setores, tendo sempre a preocupação com o bem estar do operário, da família e do funcionário, oferecendo-lhes escola, assistência à saúde, segurança e meios de religiosidade, esporte e lazer.
Silvio Bezerra deixou robustez em todas as suas obras, figura carismática, soube ser útil a sociedade. Importante para os amigos, compreensivo para os familiares, imprescindível a comunidade em que nasceu e viveu, e a que serviu com extraordinário amor e espírito público. A ela, dedicou toda a sua existência.
Foi sem dúvida, seu grande benfeitor, razão maior do seu progresso e do seu desenvolvimento. Homem simples, sincero e cordial.


FONTE: SILVIO BEZERRA DE MELO NETO ( CURRAIS NOVOS ).VIA BLOG CRUZETENSE.COM

MAIS

PREFEITOS DE CRUZETA - RN


NOMEADO:
• 1954 a 1955 – Sérvulo Pereira de Araújo
CONSTITUCIONAL:
• 1955 a 1960 – Dr. Sílvio Bezerra de Melo
• 1960 a 1965 – Joaquim Lopes Pequeno (Seu Baé)
• 1965 a 1970 – Dr. Pedro Etelvino de Góes
• 1970 a 1973 – Cécero Simão Bezerra
• 1973 a 1977 – Dr. Pedro Etelvino de Góes
• 1977 a 1983 – Sinval Azevedo
• 1983 a 1988 – Manoel Maurício de Medeiros
• 1989 a 1992 – Geraldo Alves da Silva
• 1993 a 1996 – Manoel Maurício de Medeiros
• 1997 a 2000 – Geraldo Alves da Silva
• 2001 a 2004 – Geraldo Alves da Silva
• 2005 a 2008 – José Sally de Araújo
• 2009 a 2012 – José Sally de Araújo

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

HISTÓRICO DO MUNICÍPIO DE CRUZETA RN


Os primeiros habitantes das terras onde hoje está localizada a cidade de Cruzeta foram os índios Cariris e os Caicós. Expulsos pelos colonizadores do vizinho Estado da Paraíba, eles partiram rumo ao Seridó, no Rio Grande do Norte, onde se fixaram. A caçada aos índios continuou e nas últimas décadas do século XVII, na chamada Guerra dos Bárbaros, os Cariris, Janduís e Caicós foram expulsos do Seridó, abrindo perspectivas para a colonização da região. Foi nesse período que essas terras começaram a tomar povoação. Mas para que esse processo fosse efetivado, concessões de sesmarias foram outorgadas a quem apresentasse petição em ordem. Funcionários do Reino, recém-chegados de Portugal iram recebendo as doações com a incumbência de ocupar as terras. Datado pela História o português Antônio Pais de Bulhões foi o primeiro proprietário dessas terras. Vindo da Paraíba, ele chegou nas terras que hoje é a cidade de Cruzeta por volta do século XVIII, construindo sua fazenda à margem do Rio São José, num lugar que um beneficiado seu denominou “Remédio” num dia de aflição em tempo de seca, ainda no século XVIII. Antônio Pais de Bulhões viajou do Acari com imenso sacrifício até Camaratuba, no litoral, para comprar farinha – alimento básico -, mas não encontrou quem vendesse. Um escravo, todavia, sabedor do fato, cedeu-lhe a sua produção consentida, e não quis receber pagamento. Passada a seca, Pais de Bulhões retornou a Camaratuba, pagou a carta de alforria para seu amigo, trouxe-o para o sertão e deu-lhe no Rio São José, terra, casa e algumas cabeças de gado. Este ex-escravo chamava-se Feliciano José da Rocha e veio a ser próspero fazendeiro, o Capitão Feliciano.Em outro ano de seca, esforçando-se ele para salvar seu rebanho, e o de seu amigo, da fome e da seca, começou a cavar cacimbas no leito seco do rio: se não encontrasse água, seria uma calamidade; se encontrasse, teria o remédio. Encontrou. Daí a origem do nome Fazenda Remédio”.Ainda sobre Antônio Pais de Bulhões, o que se sabe é que seus pais eram portugueses e que sua esposa chamava-se Ana Araújo Pereira. Lendas circundam a história da cidade de Cruzeta. Acredita-se que os irmãos Rodrigo de Medeiros Rocha e Sebastião de Medeiros Rocha vieram de Portugal para o Brasil, especificamente para o sertão nordestino fugidos, a fim de procurar parentes em Pernambuco, os quais lhes enviaram a Paraíba do Norte, mas vindo se abrigarem em Preás, pertencente ao atual território do Rio Grande do Norte.Os irmãos se casaram com duas irmãs: Sebastião com Antônia Barbosa e Rodrigo com Apolônia Barbosa. Rodrigo de Medeiros Rocha faleceu em 1757 e sua esposa ficou morando na Fazenda Remédio, com seu filho caçula, Manuel de Medeiros Rocha, até sua morte, em 1802.Joaquim José de Medeiros pertence à genealogia da família Medeiros e recebeu a Fazenda Remédio como herança. Segundo Câmara Cascudo (1980, p. 176): “a sede municipal assenta na Fazenda Remédio, pertencente, em 1766, a Bartolomeu da Costa Pereira e, em 1810, ao sargento-mor, Manuel de Medeiros Rocha”.Esses dois foram os primeiros proprietários da Fazenda Remédio, que herdaram-na de Antônio Pais de Bulhões, sogro de Manuel de Medeiros Rocha e avô de Bartolomeu. Respectivamente, com a morte destes, Luís Geraldo de Medeiros a herdou de seu pai, o senhor Berto Medeiros, que a deixou para seu filho, Joaquim José de Medeiros, doador e fundador do povoado Remédio, atual cidade de Cruzeta.
Assim, em 1910, quando era Presidente da República Brasileira, o Estadista Dr. Nilo Peçanha e Governador do nosso Estado, o Dr. Alberto Frederico de Albuquerque Maranhão, teve lugar o estudo do açude que só dez anos mais tarde recebia o despacho para a sua construção.
Para ser efetuada a construção do manancial, foi preciso executar a desapropriação de terras onde o mesmo seria construído.Nessa mesma época, o Senhor Joaquim José de Medeiros, proprietário da Fazenda Remédio, foi ao município de Acari, sede a qual o Sítio Remédio era vinculado, a fim de propor ao Prefeito Municipal que, simultaneamente aos trabalhos de construção do açude, se instituísse um povoado nessa região. O Senhor Joaquim José de Medeiros comprometeu-se no momento, em fornecer terras necessárias para as construções de casas para os futuros habitantes do lugarejo nascente. Essa doação seria ofertada ao patrimônio de uma capela que seria construída naquela época. Fundada em 24 de outubro de 1920, Cruzeta passou à categoria de povoado para Vila em 18 de agosto de 1937. Após um ano, a então Vila atestava seu desenvolvimento a partir da construção do Açude Público, o que proporcionou a passagem da condição de Vila para Distrito, pertencente à cidade de Acari, conforme o Decreto Lei Estadual 603, de 31/10/1938.Conforme a Lei Estadual nº 915, de 24 de novembro de 1953, publicada no Diário Oficial de 25 de novembro de 1953, deu-se a Emancipação Política desse Município, para orgulho e deleite dos cruzetenses. De acordo com a Divisão Regional do Brasil (IBGE), o Estado do Rio Grande do Norte integra a macrorregião do Nordeste, área de território nacional com cerca de 1,5 milhões de Km². O Rio Grande do Norte encontra-se dividido em 167 municípios, dentre eles o de Cruzeta. Este se localiza na mesorregião Central Potiguar, mais precisamente na microrregião do Seridó Oriental.

Significado do Nome

O nome Cruzeta foi idealizado por Joaquim das Virgens Pereira, por motivo do cruzamento dos três rios: Rio do Meio, Quimporó e Salgado.

MAIS

BRASÃO E BANDEIRA DO MUNICÍPIO DE CRUZÊTA - RN


PROJETO: ARCINÓE ANTÔNIO PEIXOTO DE FARIA

DESENHOS: EXPEDITO JOSÉ DOS SANTOS

CRIAÇÃO: LEI NÚMERO 287, 16 DE FEVEREIRO DE 1979.

PREFEITO: SINVAL AZEVEDO.

DA BANDEIRA MUNICIPAL

A BANDEIRA MUNICIPAL DE CRUZETA, DE AUTORIA DO HERALDISTA E VEXILOLOGISTA, PROFESSOR ARCINÓE ANTÔNIO PEIXOTO DE FARIA, DA ENCICLOPÉDIA HERÁLDICA MUNICIPALISTA, É CONSTITUIDA POR FAIXAS RECRUZETADAS DE AMARELO DE TRÊS MÓDULOS DE LARGURA, CARREGAS DE SOBRE-FAIXAS RECRUZETADAS DE VERMELHO, DISPOSTOS EM SENTIDO HORIZONTAL E UM CÍRCULO BRANCO DE OITO MÓDULOS DE CIRCUNFERÊNCIA, CARREGADO DE UMA FLOR-DE-LIS DE AZUL.

A BANDEIRA MUNICIPAL OBEDECE A ESSA REGRA GERAL, SENDO POR OPÇÃO ESQUARTELADA EM CRUZ, LEMBRANDO NESSE SÍMBOLO E ESPÍRITO CRISTÃO DE SEU POVO. A FLOR-DE-LIS, APLICADA NA BANDEIRA É O SÍMBOLO DA PADROEIRA, NOSSA SENHORA DOS REMÉDIOS, OSTENTANDO O GOVERNO MUNICIPAL, JÁ QUE É UMA DAS PRINCIPAIS PEÇAS MÓVEIS DO ESCUDO E O CÍRCULO BRANCO ONDE ESTÁ CONTIDO REPRESENTA A PRÓPRIA CIDADE-SEDE DO MUNICÍPIO, SENDO O CÍRCULO O SÍMBOLO HERÁLDICO DA ETERNIDADE,POIS SE TRATA DE UMA FIGURA GEOMÉTRICA QUE NÃO TEM PRINCÍPIO NEM FIM.

A COR BRANCA É SÍMBOLO DE PAZ, AMIZADE, TRABALHO, PROSPERIDADE, PUREZA E RELIGIOSIDADE. AS FAIXAS RECRUZETADAS DE AMARELO CARREGADAS DE SOBRE-FAIXAS RECRUZETADAS DE VERMELHO REPRESENTAM A IRRADIAÇÃO DO PODER MUNICIPAL, QUE EXPANDE A TODOS OS QUADRANTES DE SEU TERRITÓRIO. A COR AMARELA É SÍMBOLO DE GLÓRIA, ESPLENDOR , GRANDEZA, RIQUEZA, SOBERANIA . A COR VERMELHA SIMBOLIZA A DEDICAÇÃO, AMOR-PÁTRIO AUDÁCIA, INTREPIDEZ, CORAGEM E VALENTIA. OS QUARTÉIS DE AZUL, ASSIM CONSTITUIDOS, REPRESENTAM AS PROPRIEDADES RURAIS EXISTENTES NO TERRITÓRIO MUNICIPAL. A COR AZUL SIMBOLIZA A JUSTIÇA, A NOBREZA, PERSEVERANÇA, ZELO, LEALDADE, RECREAÇÃO E FORMOSURA.

DEPOIS FAREI O BRASÃO MUNICIPAL .

LEMBRANDO QUE NO DIA 24 DE OUTUBRO CRUZETA VAI COMPLETAR 90 ANOS DE SUA FUNDAÇÃO.

FONTE: BLOG CRUZETA NEWS

GEOGRAFIA

De acordo com o censo realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) no ano 2006, sua população é de 8.333 habitantes. Área territorial de 288 km². A principal rodovida de ligação à cidade é a rodovia estadual RN-288, que liga a capital Natal à cidade pólo do Seridó, Caicó.

Mesorregião Central Potiguar
Microrregião Seridó Oriental
Municípios limítrofes Norte: Acari; Sul: São José do Seridó; Leste: Acari; e Oeste: Caicó.
Distância até a capital 220 quilômetros
Características geográficas
Área 295,829 km²
População 8.333 hab. est. 2006
Densidade 28,2 hab./km²
Altitude 231 metros

Fuso horário UTC-3
Indicadores
IDH 0,713 PNUD/2000
PIB R$ 23.384.000,00 IBGE/2006
PIB per capita R$ 2.826,00 IBGE/2006

Expulsos pelos colonizadores do vizinho Estado da Paraíba, os índios Cariris partiram rumo ao Seridó no Rio Grande do Norte, onde se fixaram. A caçada aos índios continuou, e nas últimas décadas do século XVII, os Cariris foram expulsos da região abrindo perspectiva para a colonização das terras na região.

Na localidade chamada Cruzeta, devido ao cruzamento dos rios Salgado, Quimporó e do riacho do Meio, Joaquim José de Medeiros era proprietário da Fazenda Remédio. Segundo historiadores ao doar parte de sua fazenda à igreja, deu origem ao povoado. Mas, a fundação da cidade, pertencente ao município de Acari, aconteceu em 24 de outubro de 1920, quando houve a primeira feira e a celebração da missa pioneira.

No dia 18 de agosto de 1937, o povoado Cruzeta passou à condição de distrito de Acari e em 24 de novembro de 1953, pela Lei nº 915, tornou-se município do Rio Grande do Norte.

Fonte: Idema-RN

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